
Thomas Shin, MD, PhD, é cirurgião em Charlottesville, especializado em cirurgia bariátrica e cirurgia para doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Ele também realiza cirurgias gerais minimamente invasivas, como reparos de hérnia e remoções da vesícula biliar.
Conhecer um cirurgião bariátrico
Fizemos Shin nossas 7 perguntas rápidas para conhecê -lo melhor.
1. O que mais inspirou e moldou sua abordagem ao atendimento ao paciente?
Os pacientes de confiança sagrada colocam nos cirurgiões. Fico sempre humilhado com a forma como os pacientes nos confiam não apenas com seus cuidados médicos, mas com todo o seu ser – permitindo que façamos mudanças permanentes em seus corpos em busca de cura.
Essa responsabilidade extraordinária incutiu em mim um profundo senso de reverência por cada interação do paciente e impulsiona meu compromisso de tratar cada paciente com o máximo respeito, compaixão e excelência que eles merecem.
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2. Qual é a sua parte favorita do seu trabalho?
Testemunhar como a intervenção cirúrgica pode transformar fundamentalmente a trajetória de vida de um paciente. Não se trata apenas de tratar doenças – trata -se de restaurar a esperança e a funcionalidade. Ver os pacientes recuperarem sua qualidade de vida e assistir a toda a perspectiva mudar através de cuidados cirúrgicos nunca envelhecem. Naquele momento em que você percebe que ajudou a restaurar não apenas a função física, mas a esperança de alguém para o futuro – é isso que torna isso tão significativo.
3. Qual é o seu maior medo como paciente?
Incerteza – sem saber se o tratamento recomendado é realmente a melhor opção ou o que acontece se não funcionar conforme o esperado. O desconhecido de ‘O que vem a seguir’ e se estamos seguindo o caminho mais eficaz para a frente me mantiveria acordado à noite. É por isso que priorizo a comunicação clara com meus pacientes, garantindo que eles entendam não apenas o que estamos fazendo, mas por que e quais são nossos planos de backup, se necessário.
4. O que você faz para aliviar o estresse?
Correr me ajuda a limpar minha cabeça. Depois de um dia intenso na AR, há algo terapêutico em poder se concentrar na trilha e no ritmo da corrida.
5. Cães ou gatos?
Recuso -me a escolher lados no grande debate para animais de estimação. Eu sou como a Suíça, mas com mais vídeos de animais no meu telefone.
6. Último filme que você assistiu? Polegar para cima ou para baixo?
Elementar. Meus filhos e eu citamos todos os polegares!
7. Melhor conselho que você já ouviu?
Nunca se esqueça que a experiência humana é universal. Não importa o que nos une – seja em um ambiente médico ou em outro lugar – todos compartilhamos esperanças, medos e necessidades comuns. Manter essa perspectiva me ajuda a abordar todas as interações com empatia e compreensão.